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LATAM Garante Financiamento de US$ 505 Milhões para Adicionar 11 Novos Aviões Airbus e Embraer
Grupo avança no plano de modernização e projeta fechar o ano de 2026 com mais de 410 aeronaves operacionais na América do Sul.
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O Grupo LATAM Airlines anunciou a captação de um pacote de financiamento de longo prazo no valor de US$ 505 milhões para apoiar a entrega de 11 aeronaves de última geração no segundo semestre de 2026. O contrato contempla o recebimento de um Airbus A320neo, quatro Airbus A321neo e seis Embraer E195-E2. Cerca de US$ 400 milhões do montante estão atrelados a metas de sustentabilidade (sustainability-linked financing), alinhando o crescimento da frota às métricas de redução de emissões de carbono da companhia. A adição dos jatos da Embraer é um dos principais destaques do plano, pois marca a estreia do modelo E195-E2 na malha doméstica brasileira da LATAM, oferecendo uma opção intermediária de capacidade para atender mercados regionais e rotas secundárias com maior rentabilidade.
Destaques do Plano de Frota e Expansão
A estratégia de frota do grupo combina diferentes portes de vetores para otimizar custos e capacidade:
Entregas de 2026: Após receber 13 aeronaves no primeiro semestre (A320neo, A321neo e Boeing 787-9 Dreamliner), a LATAM prevê incorporar mais 28 jatos até dezembro, totalizando mais de 40 novas chegadas no ano.
Entrada do Embraer E195-E2: Os novos jatos regionais serão direcionados para a operação brasileira, permitindo conectar rotas de menor densidade sem a necessidade de alocar os modelos maiores da família A320.
Modelos Narrowbody de Maior Porte: Os A321neo reforçarão as rotas de alta demanda onde o fluxo de passageiros excede a capacidade padrão do A320.
Visão de Longo Prazo: Até 2030, a LATAM planeja adicionar até 130 novas aeronaves. O grupo também aguarda a chegada do primeiro Airbus A321XLR para 2027, ampliando o alcance para rotas internacionais de longo curso com jatos de corredor único.
Eficiência Operacional e Sustentabilidade
A substituição gradual por vetores de nova geração gera uma economia de combustível e redução de emissões entre 20% e 25% por assento em comparação às frotas anteriores, consolidando a meta do grupo de atingir zero emissões líquidas até 2050.
Fonte: Aerospace Global News
